Por definição, um ateliê é o lugar de trabalho de pessoas com vontade de criar e onde se pode experimentar, manipular e produzir um ou mais tipos de arte. (Fonte: Wikipédia)

A união de experiências de nossa equipe em desenvolvimento e implantação de software em empresas dos mais diversos tamanhos e áreas de atuação nos levou a criar nosso Ateliê de Soluções de Software. Temos orgulho em possuir colaboradores formados e efetivos da empresa, o que torna nosso histórico de atendimento sólido pois cria-se um vínculo entre nossos colaboradores e clientes.

Focamos em projetos especiais, não aqueles softwares massificados tipo "caixinha" que são vendidos em supermercados, livrarias e até em bancas de jornal. Embora não tenhamos nada contra esse tipo de software (alguns são ótimos) entendemos que eles não permitem alterações, ajustes e tem por objetivo resolver problemas específicos. Nesses casos o usuário se ajusta ao software e não o contrário.

No nosso Ateliê de Soluções, os softwares são construídos sob medida, da maneira que o cliente deseja, utilizando nossa experiência para "tirar da frente" problemas que ele provavelmente encontraria e já vivenciamos , tendo resolvido em projetos anteriores. Nossos softwares implantados incluem softwares para Bancos, Seguradoras, Corretoras, Sindicados, Academias, Associações, Planos de Sáude, e vários outros (consulte nossa página de casos de sucesso), utilizando várias tipos de tecnologias como sites WEB, componentes (bibliotecas DLL), web services, em várias "camadas" de desenvolvimento.

São softwares em rede ou Stand-Alone, e várias linguagens e arquiteturas, como Pascal, C++, C#, Javascript, PHP, HTML, etc. Nos ambientes Win32 ou DOTNET. Também desenvolvemos para plataformas de celulares.

Possuímos ambiente Web com servidores próprios que podem inclusive hospedar a solução do cliente e são utilizadas para homologar projetos antes de colocá-los em efetiva produção. Dependendo da solicitação ou projeto podemos também nos envolver no PROJETO DE REDE e DIMENSIONAMENTO das máquinas, podendo inclusive comercializar licenças MICROSOFT e os próprios equipamentos.

Resumindo, procuramos tirar o melhor proveito de cada tecnologia efetuando um "mix" de todas elas com foco na necessidade do cliente e não em modismos e experiências do "mercado" de tecnologia.

Conheça algumas tecnologias utilizadas:

C++

C é uma linguagem de programação compilada de propósito geral, estruturada, imperativa, procedural, de alto nível, padronizada pela ISO, criada em 1972, porDennis Ritchie, no AT&T Bell Labs, para desenvolver o sistema operacional Unix (que foi originalmente escrito em Assembly).

C é uma das linguagens de programação mais populares e existem poucas arquiteturas para as quais não existem compiladores para C. C tem influenciado muitas outras linguagens de programação, mais notavelmente C++, que originalmente começou como uma extensão para C.

(Fonte: Wikipédia)

C#

C#, também escrito como C# ou C Sharp (em português lê-se "cê charp"), é uma linguagem de programação orientada a objetos, fortemente tipada, desenvolvida pela Microsoft como parte da plataforma .NET. A sua sintaxe orientada a objetos foi baseada no C++ mas inclui muitas influências de outras linguagens de programação, como Object Pascal e Java.

(Fonte: Wikipédia)

Javascript

JavaScript é uma linguagem de programação criada por Brendan Eich para a Netscape em 1995, que a princípio se chamava LiveScript. A Netscape, após o sucesso inicial desta linguagem, recebeu uma colaboração considerável da Sun, a qual permitiu o uso do nome JavaScript para alavancar o Livescript, porém as semelhanças entre a linguagem da Sun o Java e o Javascript são quase nulas.

A linguagem foi criada para atender, principalmente, às seguintes necessidades:

  1. Validação de formulários no lado cliente (programa navegador);
  2. Interação com a página.
    Assim, foi feita como uma linguagem de script. JavaScript tem sintaxe semelhante à do Java, mas é totalmente diferente no conceito e no uso.
    De acordo com seu sistema de tipos, o JavaScript é:
  • fraca - sua tipagem é mutável;
  • dinâmica - uma variável pode assumir vários tipos diferentes durante a execução;
  • implícita - as variáveis são declaradas sem tipo.
  1. É interpretada pelo interpretador JavaScript, ao invés de compilada;
  2. Possui ótimas ferramentas padrão para listagens (como as linguagens de script, de modo geral);
  3. Oferece bom suporte a expressões regulares (característica também comum a linguagens de script).

(Fonte: Wikipédia)

PHP

A linguagem surgiu por volta de 1994, como um pacote de programas CGI criados por Rasmus Lerdorf, com o nome Personal Home Page Tools, para substituir um conjunto de scripts Perl que ele usava no desenvolvimento de sua página pessoal. Em 1997 foi lançado o novo pacote da linguagem com o nome de PHP/FI, trazendo a ferramenta Forms Interpreter, um interpretador de comandos SQL.

Trata-se de uma linguagem extremamente modularizada, o que a torna ideal para instalação e uso em servidores web. Diversos módulos são criados no repositório de extensões PECL (PHP Extension Community Library) e alguns destes módulos são introduzidos como padrão em novas versões da linguagem. É muito parecida, em tipos de dados, sintaxe e mesmo funções, com a linguagem C e com a C++. Pode ser, dependendo da configuração do servidor, embarcada no código HTML. Existem versões do PHP disponíveis para os seguintes sistemas operacionais: Windows, Linux, FreeBSD, Mac OS, OS/2, AS/400, Novell Netware, RISC OS, AIX, IRIX e Solaris.

Existem iniciativas para utilizar o PHP como linguagem de programação de sistemas fixos. A mais notável é a PHP-GTK. Trata-se de um conjunto do PHP com a biblioteca GTK, portada do C++, fazendo assim softwares inter-operacionais entre Windows e Linux. Na prática, essa extensão tem sido muito pouco utilizada para projetos reais.

(Fonte: Wikipédia)

HTML

Vemos uma página web em nosso navegador, ou cliente web, e parece uma só entidade, mas não é assim, está composta por uma infinidade de diferentes arquivos, como são as imagens, os possíveis vídeos e o mais importante: o código fonte.

O código das páginas está escrito em uma linguagem chamada HTML, que indica basicamente onde colocar cada texto, cada imagem ou cada vídeo e a forma que terão ao serem colocados na página.

O HTML se criou a princípio com objetivos de divulgação. Porém, não se pensou que a web chegaria a ser uma área de ócio com caráter multimídia, de modo que, o HTML se criou sem dar respostas a todos os possíveis usos que lhe dariam posteriormente e ao todo coletivo de gente que o utilizariam no futuro.

(Fonte: criarweb.com)

Pascal/Delphi

Embarcadero Delphi, anteriormente conhecido como CodeGear Delphi, Inprise Delphi e Borland Delphi, também conhecido como Delphi, é um compilador, uma IDE e uma linguagem de programação, produzido antigamente pela Borland Software Corporation e atualmente produzido pela Embarcadero. O Delphi, originalmente direcionado para a plataforma Windows, chegou a ser usado para desenvolvimento de aplicações nativas para Linux e Mac OS, através do Kylix (o Kylix é um IDE para as linguagens C++ e Object Pascal), e para o framework Microsoft .NET em suas versões mais recentes. O desenvolvimento do Kylix foi descontinuado.

Atualmente há um projeto chamado Lazarus que possui uma interface muito semelhante ao Delphi e a característica de ser multiplataforma, ou seja, roda em Linux,Windows, OS/2, Mac OS tradicional, Mac OS X, ARM, BSD, BeOS, DOS e mais.

(Fonte: Wikipédia)

Stand alone

São chamados standi Aloni, ou stand-alone (literalmente "ficam em pé por si só") os programas completamente autosuficientes: para seu funcionamento não necessitam de um software auxiliar, como um interpretador, sob o qual terão de ser executados.

Por exemplo, um programa Java é tipicamente compilado para bytecode e necessita de uma Java Virtual Machine para ser executado. Também este é o caso de um programa Perl, que vai depender de um interpretador.

Já um programa escrito em C ou C++, depois de compilado e tornado executável, poderia ser chamado standalone, uma vez que precisaria apenas de bibliotecas. As quais, inclusive poderiam ser anexadas fisicamente a ele, através de ligação estática.

(Fonte: Wikipédia)

Web services

Web service é uma solução utilizada na integração de sistemas e na comunicação entre aplicações diferentes. Com esta tecnologia é possível que novas aplicações possam interagir com aquelas que já existem e que sistemas desenvolvidos em plataformas diferentes sejam compatíveis. Os Web services são componentes que permitem às aplicações enviar e receber dados em formato XML. Cada aplicação pode ter a sua própria "linguagem", que é traduzida para uma linguagem universal, o formato XML.

(Fonte: Wikipédia)

Componentes

Um pacote coerente de implementação de software que pode ser desenvolvido independentemente e entregue como unidade;

Tem interfaces explícitas e bem definidas para os serviços que oferece;

Tem interfaces explícitas e bem definidas para os serviços que requer;

Pode ser composto com outros componentes, talvez após a customização de algumas propriedades mas sem modificar os componentes em si.

(Fonte: UFCG)

Sites Web

Quando a World Wide Web foi criada, ela recebeu esse nome de seu criador Tim Berners-Lee. Ele comparou a sua criação com uma teia, "web" em inglês. Cada nó dessa teia é um local (virtual) onde há hipertextos. Como a palavra inglesa para local é site (também derivada do latim situs: "lugar, local"), quando as pessoas queriam se referir a um local da teia, elas falavam, web site. Assim um novo nome surgiu para designar esse novo conceito de nó onde há um conjunto de hipertextos: Web site.

Batizada desta forma, a Web e seus Web sites tornaram-se mundialmente famosos e seus nomes empregados em diversas línguas. Em inglês foi necessário usar o qualificativo Web antes de site, para diferenciar de outros usos que a palavra site tem nesta língua, onde significa local.

Mas quando o contexto deixava claro que se estava falando da Web, dizia-se apenas "site". Já na língua portuguesa, esse qualificativo não é necessário em momento algum, pois a palavra site é um anglicismo novo em nosso vocabulário e tem o único e mesmo significado de Web site, embora a grafia induza a erro, pois pronuncia-se “saite”.

(Fonte: Wikipédia)

Redes

Redes de computadores são estruturas físicas (equipamentos) e lógicas (programas, protocolos) que permitem que dois ou mais computadores possam compartilhar suas informações entre si.

Imagine um computador sozinho, sem estar conectado a nenhum outro computador: Esta máquina só terá acesso às suas informações (presentes em seu Disco Rígido) ou às informações que porventura venham a ele através de disquetes e Cds.

Quando um computador está conectado a uma rede de computadores, ele pode ter acesso às informações que chegam a ele e às informações presentes nos outros computadores ligados a ele na mesma rede, o que permite um número muito maior de informações possíveis para acesso através daquele computador.

As redes de computadores podem ser classificadas como:
LAN (Rede Local): Uma rede que liga computadores próximos (normalmente em um mesmo prédio ou, no máximo, entre prédios próximos) e podem ser ligados por cabos apropriados (chamados cabos de rede). Ex: Redes de computadores das empresas em geral.
WAN (Rede Extensa): Redes que se estendem além das proximidades físicas dos computadores. Como, por exemplo, redes ligadas por conexão telefônica, por satélite, ondas de rádio, etc. (Ex: A Internet, as redes dos bancos internacionais, como o CITYBANK).

(Fonte: http://www.algosobre.com.br)

Camadas

Desde o surgimento da arquitetura cliente/servidor, o desenvolvimento de software em camadas passou a ser adotado como base de arquitetura de sistemas.

Com o surgimento da Internet, os cuidados com a arquitetura adotada passaram a ganhar importância na medida em que é responsável por fatores como escalabilidade e estabilidade de sistemas que atendem a centenas ou milhares de usuários simultaneamente.

A decomposição de sistemas complexos em camadas é uma das técnicas mais utilizadas por arquitetos de software. A técnica foi emprestada da arquitetura de computadores, que utiliza camadas para chamadas de sistema operacional, device drivers, instruções do processador, até as portas lógicas contidas nos chips. Os protocolos de rede também têm utilizado a mesma técnica de camadas: por exemplo, o FTP é baseado em TCP, que por sua vez utiliza o protocolo IP, que utiliza Ethernet.

Uma vez construída, a camada pode ser utilizada por outros serviços de nível mais alto. TCP/IP pode ser utilizado por FTP, telnet, SSH, http. De outra forma, todos esses protocolos deveriam implementar seu próprio protocolo de nível inferior.

Porém, a técnica de camadas oferece alguns perigos:

Camadas encapsulam algumas, mas nem todas as coisas. Como resultado, pode haver alterações em cascata. O exemplo clássico é a aplicação corporativa desenvolvida em camadas que precisa de mais um campo a ser exibido na interface com o usuário e que deve ser adicionado a todas as camadas inferiores;

(Fonte: MICROSOFT)


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